Você colhe o que planta. - Juliana Infurna

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Você colhe o que planta.

“Você colhe o que planta”

Hoje escrevo sobre o que estou reaprendendo com Deepak Chopra, digo reaprendendo pois me conecto intuitivamente com seus ensinamentos sobre a vida.

De acordo com ele, cada ser humano possui um talento singular e uma forma única de expressá-lo ao mundo e assim como Eckhart Tolle, diz que nosso primeiro propósito de vida é despertar para uma nova consciência, que seria o reencontro com o nosso Eu verdadeiro, superior ou essencial, quem somos além da forma.

“Sempre que houver alternativas, tome cuidado. não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. opte pelo que faz o seu coração vibrar. opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências”, OSHO

Nossos talentos (isso mesmo, pode ser mais de um) seriam coisas que fazemos muito bem, sem esforço ou até mesmo sem perceber. Ao nos conectarmos com nossa essência maior, descobrir nosso talento e como usá-lo de forma única e ainda mais, encontrar uma maneira de servi-lo à humanidade, enfim, usar o seu talento para ajudar ao próximo, aí sim atingiríamos o clímax da lei do Dharma (propósito de vida) e com ela a abundância ilimitada.

O que faz todo o sentido. Podíamos educar nossas crianças assim, incentivá-las a seguir suas paixões de forma altruísta sem instaurar medos ou crenças nelas.

O problema é que a maioria de nós, e me incluo nessa, fomos condicionados a pensar “O que vou ganhar com isso?”, com essa graduação, com esse emprego, com esse novo cargo, etc.
Comigo foi assim, de emprego a emprego…

Me lembro que já no meu segundo ano trabalhando no corporativo me dei conta de que superar as expectativas fazendo minhas atividades não seria suficiente para ser reconhecida numa empresa, que além disso seria necessário, um esforço descomunal (ao menos para mim) de interpretar um papel.

Quanto mais altos os cargos, mais importante isso se tornava e pior eu ia ficando nesse jogo, ao ponto de numa das empresas em que trabalhei, eu ter ficado por mais de 1 ano com uma sensação horrível de estar com uma noz na garganta. Fiz todos os exames possíveis e nada, meu acupunturista dizia que era raiva, talvez rs… mas tinha muito a ver com meu silêncio, em não digerir mais aquela vida.

Eu não vivia a minha verdade, a realidade é que eu nem era mais eu mesma. Quantos de nós passamos anos e anos assim, alguns uma vida inteira, e quando esse ciclo termina, nos deparamos com nosso reflexo no espelho e perguntamos: e agora?

Num exercício, ao perguntar meus amigos como eles me viam e por qual motivo me procuravam, existia um padrão nas respostas. Por sinal, eu sugiro esse exercício para os que se perderam ou se esqueceram de seus talentos ou de suas paixões.

Não era sempre mas eu ganhava o meu dia quando conseguia ajudar algum colega ou amigo, seja aconselhando, ou conseguindo emprego, ou orquestrando promoções, etc. Ajudei muitas pessoas e sou muito grata por ter sido assim! <3

Uma certa vez ouvi “Na dúvida, opte pelo que faz o seu coração vibrar”, nosso coração é intuitivo, verdadeiro e livre de crenças e medos. Assim vem sendo desde que optei por trilhar um caminho diferente. Convertendo meu karma em dharma, pois já que meu presente é consequência das minhas atitudes (conscientes ou não) do passado, posso aprender com ele e usá-lo a favor de um bem maior.

E esta página é sobre isso…

Ah… descobri que a frase é do OSHO e nem sabia <3

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